Logo do Jusbrasil com acesso para a página inicial
Todos
Todos
Artigos e Notícias
Jurisprudência
Diários Oficiais
Modelos
Peças Processuais
Legislação
Consulta Processual
Doutrina
Buscar no Jusbrasil
Cadastre-se
Entrar
Home
Consulta Processual
Jurisprudência
Doutrina
Artigos
Notícias
Diários Oficiais
Peças Processuais
Modelos
Legislação
Diretório de Advogados
Advogado Online
Rafael Mueller
Curitiba (PR)
0
seguidor
17
seguindo
Seguir
Principais áreas de atuação
Direito Ambiental
,
9%
Direito Administrativo
,
9%
Direito Agrário
,
9%
Direito Empresarial
,
9%
Outras
,
64%
Ver mais
Comentários
(
1
)
Rafael Mueller
Comentário ·
há 9 anos
Teoria do desamor - É possível indenização pelo abandono socioafetivo?
Flávia Ortega Kluska
·
há 9 anos
Está ai mais uma evidência de que o Estado-Juiz não tem a menor condição de se meter nessa seara. Verdadeira aventura jurídica que vem sendo premiada irresponsavelmente pelo judiciário. Não se pode obrigar ninguém a amar ninguém. Ou será preferível ter uma família com distúrbios domésticos para cumprir tal obrigação, colocando os filhos em situações muitas vezes piores que a de abandono? Como saber o que, afetivamente, poderia ter sido e não foi na vida de alguém? Essa tese defende que se todos vivessem juntos o mundo seria melhor. Seria? Quem pode afirmar uma tese dessas? O convívio com determinadas pessoas é pior que o não convívio, ou não? Pai que tem vícios, alcoolista, que tem explosões de raiva também está obrigado, em "favor" dos rebentos a conviver com eles? É preciso refletir a que mundo isso nos leva: à obrigação de convivência com pais eventualmente nocivos aos filhos! E isso, decerto, na próxima teoria de direito de família, terminará em processos civis em que os pais serão condenados por terem tido um mau-gênio com os filhos!
8
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Recomendações
(
5
)
Tiago Correia
Comentário ·
há 7 anos
Pai é condenado por abandono afetivo de filhos
Pauta Jurídica
·
há 7 anos
Concordo. Essa decisão do judiciário chega a ser surreal.
10
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Dr Eduardo Oliveira
Comentário ·
há 7 anos
Pai é condenado por abandono afetivo de filhos
Pauta Jurídica
·
há 7 anos
Particularmente, sempre digo que amor não se cobra.
É algo que não está ao alcance do Judiciário.
Não podemos obrigar ninguém a estar presente na vida de outrem.
16
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Luciano Nogueira
Comentário ·
há 9 anos
Teoria do desamor - É possível indenização pelo abandono socioafetivo?
Flávia Ortega Kluska
·
há 9 anos
Bom tarde a todos!
Achei interessante a discussão...vivo justamente essa situação, e gostaria de deixá-la aqui para discussão e até mesmo aprendizado.
Me divorciei a pedido dela, após 22 anos de casado, tendo 2 filhos, o mais velho independente o mais novo ainda com 11 anos.
No primeiro ano de separado tivemos um bom relacionamento, e uma boa convivência com meu filho menor, ligava sempre (todos os dias), encontrava , levando pra academia, finais de semana passeios ,cinemas...etc...
Acontece que nesse ínterim a mãe com intuito meramente vingativo, arrumou um relacionamento não instável , sem RECÍPROCIDADE e ainda para provocar, na cidade onde nasci, perto de meus parentes e amigos, me deixando numa situação deverás constrangedora, onde ela era motivo de CHACOTA. E inda por cima, num ato de irresponsabilidade levava meu filho, o que me causou muito revolta. o que me levou agredí-la verbalmente em mensagens.
Diante dessa situação a mesma registrou BO, estamos na justiça, onde o Juiz decretou para manter distância, não entrar em contato, nem com ela nem com os filhos. Acatei prontamente.
Hoje após 1ano que se passaram, deposito a pensão, não vejo meu filho, sinto saudades e ao mesmo tempo VERGONHA diante de tamanha VULGARIDADE da mãe, que com essa situação criou-me uma repulsa em conviver com eles (sei que ele não tem nada a ver com a situação), mais não consigo me ver convivendo num ambiente desses.
Não sei se estou certo ou errado, mais no momento, não pretendo procurá-lo, só o tempo talvez possa fazer mudar de idéia. Será que nesse casso amanhã ele pode me processar por Alienação Parental. Não consigo me ver ao lado dele, visto ele está sempre ao lado da mãe que ficou com a Guarda e usa ele como escudo.
1
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Carregar mais
Perfis que segue
(
17
)
Carregando
Seguidores
Carregando
Tópicos de interesse
(
42
)
Carregando
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres
Criar minha conta
Outros advogados em Curitiba (PR)
Carregando